Para mim o Ser Humano é uma sinfonia de sons onde todas as notas são necessárias para se ouvir uma doce melodia.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Doce melodia
segunda-feira, 16 de junho de 2008
A felicidade é uma equação com muitas variáveis.

Freitas Magalhães faz estudos inéditos sobre as emoções e os sorrisos.
Para Freitas Magalhães, director do Laboratório de Expressão Facial e Emoção (FEELab) da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, basta olhar para o espelho ou para as pessoas com quem se cruza para ter material de trabalho. O psicólogo dedica-se ao estudo científico das expressões faciais, uma área que começou a ser investigada por Darwin no século XIX, mas que em Portugal tem no FEELab o único centro de estudos.
“Aqui dissecamos as emoções e estudamos a micro-expressão a nível da expressão facial. Isto é, verificamos o movimento esquelético-muscular das emoções básicas e de toda e qualquer emoção. Eu passo os dias a ver o rosto humano, o que é fascinante”, conta ao METRO o responsável pelo laboratório. Ali, os sorrisos e outras expressões faciais são analisados através de matrizes científicas, que permitem medir a intensidade do sorriso e detectar se são verdadeiros ou forçados.
Mulheres mais risonhas.
A análise aos sorrisos é feita tendo em conta todo o rosto e não apenas a boca. “O estudo da estrutura do sorriso já está praticamente feito. Sabemos quais são os movimentos esquelético-musculares necessários para fazer sorrir”, explica Freitas Magalhães. Nesta área as maiores dúvidas dizem respeito ao porquê, como surgem os sorrisos.
Os estudos já feitos permitem concluir que “as mulheres riem mais do que os homens”. “Identificam mais, melhor e com mais rapidez as emoções básicas. Sorriem mais em tensão do que em descontracção, porque têm a ideia de que têm de ser sempre agradáveis”, explica. Está também provado que as pessoas sorriem mais na idade reprodutiva, o que pode estar relacionado com o facto de o sorriso ser um mecanismo fundamental na atracção amorosa.
“O sorriso é um mediador de tensões. Acaba por ser uma curva que tudo pode endireitar”, considera.
Freitas Magalhães está a realizar um estudo intitulado “Uma década de sorriso português visto nas páginas dos jornais”, que prevê estar concluído em 2013. As análises feitas às fotografias publicadas nos jornais desde 2003 permitem concluir que “a frequência e a intensidade do sorriso têm vindo a diminuir”. Algo que pode ser explicado pelo actual contexto social.
As fotografias seleccionadas para este estudo correspondem a uma matriz, explica o investigador: “Têm que corresponder a sorrisos verdadeiros. Por isso é que as “revistas cor-de-rosa” não são analisadas. Sempre que se pede para sorrir para uma fotografia de pose o sorriso é sempre falso. Um sorriso não se pede, deve dar-se.”
Realização de uma ideia
O especialista em emoções e expressões faciais revela também que a felicidade é um conceito cientificamente mensurável através de instrumentos usados não só no seu laboratório, como em vários outros do mundo. “A felicidade é uma equação com muitas variáveis. Depende do contexto social, das pessoas, do sítio onde estão”, explica.
Na sua opinião, “a felicidade, mais do que uma realização prática, acaba por ser uma realização de uma ideia” e passa pelo alcançar de objectivos traçados. Por isso, também é possível, ao olhar para várias fotografias, dizer quem está mais feliz.
Os instrumentos científicos permitem também detectar a mentira: “O músculo palpebral interior é dos poucos que exercitamos involuntariamente. Por exemplo quando estamos a mentir ou a omitir parte da verdade ele contrai-se involuntariamente”, revela.
Assim, não é de estranhar que esteja particularmente atento aos discursos dos políticos e perceber que “quem dirige as campanhas às vezes comete erros de palmatória por falta de formação”. Para quem é especialista em expressões faciais, detectar uma mentira ou um falso sorriso é apenas uma questão de atenção.
Olga Teixeira
Jornal Metro – 21 Jan 2008
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Vasco Santana
Também ele merece a minha pequena homenagem com um pequeno excerto do filme Pátio das Cantigas, onde ele fala com o candeeiro numa cena inesquecível. O diálogo que ele mantém com o candeeiro se transferimos para os dias de hoje não estará assim tão longe da verdade… metaforicamente falando.
Fernando Pessoa

Maria Helena Vieira da Silva
Paris
Nasceu a 13 de Junho de 1908, faria hoje 100 anos. Foi uma pintura portuguesa naturalizada francesa.
Em 1930 casa-se com o pintor de origem húngara, Arpad Szenes (1897-1985), que conhecera na Academia da Grande Chaumière, perdendo a nacionalidade portuguesa. Torna-se pouco depois apátrida quando por sua vez Arpad Szenes perde a nacionalidade húngara.
Em Portugal, as suas obras são vistas pela primeira vez em 1935, na Galeria UP, numa exposição organizada por António Pedro.
Em 1939, pressionada pelas circunstâncias, deixa Paris, ficando os seus trabalhos e atelier à guarda de Jeanne Bucher. Após uma curta temporada em Lisboa onde Vieira tenta, em vão, reaver a nacionalidade portuguesa (graças a Salazar) e que esta seja atribuída ao marido, parte com Arpad para o Brasil em 1940 onde permanece até 1947.
1947 marca o regresso a Paris e o progressivo reconhecimento do seu trabalho.
Em 1956, Vieira e Arpad obtêm a nacionalidade francesa (mais uma vez Portugal esquece dos seus).
Em Portugal, Vieira da Silva expõe na Fundação Calouste Gulbenkian em 1977, na galeria EMI-Valentim de Carvalho em 1984 e na galeria 111 em 1985. Em 1983, o Metropolitano de Lisboa propõe-lhe a decoração da estação da Cidade Universitária.
Em 1988 o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e o Centre Nacional des Arts Plastiques apresentam, em Lisboa e em Paris, uma importante exposição das suas obras. Nessa ocasião, é condecorada pelo Estado português e pelo Estado francês. Em 1989, a Casa de Serralves no Porto organiza uma exposição de obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes nas colecções portuguesas. Em 1990, em Lisboa, é criada a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva cujo Museu, dedicado à obra dos dois pintores, foi inaugurado em 1994. Em 1991, a pedido da pintora, é fundado o Comité homónimo, em Paris. Vieira da Silva morre a 6 de Março de 1992, em Paris. O Catálogo Raisonné da sua obra foi lançado na Fundação no mesmo ano. Pintora da Segunda Escola de Paris, Maria Helena Vieira da Silva teve um papel fundamental no panorama da arte internacional.
Metro: http://www.metrolisboa.pt/Default.aspx?tabid=456
Noite de Santo António - Alfama
Confesso que não aprecio muito as marchas mas este ano vi a marcha de Alfama a sair do bairro antes do desfile na Av Liberdade. Achei engraçado e lá fui muito marchante atrás dela... rsrsrs
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Manjericos nas festas dos santos populares
Fonte: Artigo na revista TAP Portugal
quarta-feira, 11 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Dia do quê????
“… Hoje eu tenho que sublinhar acima de tudo é a raça… o dia da raça … o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas…” (Cavaco Silva para um Jornalista)
O dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, sim... mas o dia da raça????
Sublinhar o quê??? Dia da raça??? Ainda por cima faz ênfase quando fala em dia da raça! Mas que raça?
Estou baralhada… Já não sei que raça que sou, talvez seja ‘arraçada’…pfff!… mas uma coisa tenho a certeza… sou portuguesa com aquelas origens todas e com muito orgulho no sangue, seja ele qual for, que corre nas minhas veias.
- Ó pá, que ‘raça’ é que és?
- Sou da ‘raça’ portuguesa. Ora pois!!
sábado, 7 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Lembras-te?
Tão recuados e ainda tão recentes,
Que nos davam calor os beijos quentes
Tentei esquecer-te, pura ilusão,
Quanto mais saías da minha mente
Mais eu te via à minha frente,
A mim mesmo eu me quis enganar
Fugindo de ti para m’esconder
Jurando eu nunca mais te olhar,
Calar esses momentos de prazer,
Mais loucos que a fúria do mar,
É matar em mim todo o meu viver.
Poeta: Luís Coelho Albernaz
Foto: Smile
domingo, 1 de junho de 2008
Cais das Colunas
Hoje
![]()
Foto: Smile
Ontem
Foto: Eduardo Gageiro - fotos.sapo.pt
E Carlos Paredes a tocar “Cais das Colunas”. Lindo!
Tocava como ninguém e ninguém toca como ele.
Tree Parade 08
O Tema para este ano é “Floresta, fonte de recursos”.
Fotos: Smile
http://www.treeparade08.sapo.pt/





